Nunca sabemos o que queremos. Não sabemos se podemos nem sabemos se devemos. Sinceramente não sabemos se vivemos ou se morremos na essência de viver sem ser. Acho que o poder de termos nas mãos a nossa vida nos "abrasa". Poder saber que morrer nos pode acontecer deixa-nos estúpidos por viver. Acho que o Mundo gira por girar. Eu sei que posso, agora se devo? Pois... Não devo... Mas posso e quero. A malta quer sempre o que não deve. Típico. Quer o que magoa. O que destrói. O que liga a mente ao coração. Pelo mais simples e pelo mais complexo. Já todos devíamos ter percebido que não temos sorte no amor e dedicarmo-nos de coração ao jogo. Mas não! Fazer o que devemos nunca foi opção. "All-in" é fugir ao assunto e só foge quem teme. Nós simplesmente cometemos loucuras. Em segredo. Nem toda a gente precisa de saber tudo. Se é que há algo para saber. Às vezes o algo é nada. Outras vezes o algo é tudo. Umas vezes recomenda-se. Outras vezes deseja-se. E às vezes há que mostrar por fora o que se sente por dentro. Borboletas mortas.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Podemos ou devemos?
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