Dou asas à imaginação quando estou triste. Ou é ela que me procura. Acho que nunca descobrirei se é doença ou epidemia. Explorador de cérebros. Ou de corações. Porque há aqueles que exploram o inexplorável. Esses podem ser descartados. Mandados fora. Atirados para o lixo. Não importam. Há que soltar vasos sanguíneos. Cortar artérias. Dissecar rãs e sapos para perceber que há príncipes e princesas que não merecem funeral. É assim. Nem todo o reinado foi feito para durar. Há sapos e sapos. Há sapos encantados e sapos por encantar. E há simplesmente sapos que perdem o encanto na essência de o ganhar. Na verdade, os contos de fadas não são contos de fadas mas sim contos de sapas. E sapos. E depois há sucessões ao trono. Dragões. Mas essas são para quem merece. Sangue azul. Será que podemos engolir sapinhos?
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Há sapos e sapos.
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