Acredito na mudança infinita do rumo de vidas despedaçadas. Na alteração imprescindível do sentido das mentes. Aceito uma súbita suspeita de união de gentes. E compreendo a desarrumação de cérebros confundidos por palavras. Organizo o meu espaço sem grandes modelos históricos de páginas de livros de etiqueta. Ocupo a cabeça de mexericos. E deixo que o vento alimente os sonhos de criança. Penso no mundo sem grandes feitiços. Acredito em magias necessárias à sobrevivência. E venero a capacidade de armazenamento poluente de certos cérebros. Pego nas ondas das correntes de dificuldades e transformo-as em energia útil. Agarro nas verdades e deixo que escorram na cara de míseros imbecis. Alimento a fome de metas inalcançáveis. E deixo que o céu torne possível voos de galinhas. Viabilizo possibilidades impossíveis. Organizo labirintos de ideias de milhões. E fico-me por aí... pelas ideias, porque os milhões só vêm com esforço. Encarrego-me de perceber o que vai na cabeça dos outros. Redijo testamentos que nunca partilharei. Movo lembranças de dias memoráveis. E solto os cabelos ao vento como quem solta uma lágrima num momento inoportuno... em harmonia com o Mundo.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Energia Útil.
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