O tempo passa e as pessoas mudam. Não há cá um "somos para sempre" ou "até que a morte nos separe". Simplesmente não há. As pessoas mudam. De sitios, de personalidades, de momentos. Não há pessoas eternas. Não pode haver apegos constantes. Eles não vão durar. Nunca duram. É ciclico. Tal como os gelados as pessoas derretem ao longo do tempo. Tornam-se mais normais. Mais "Anda cá" e "Ai adoro". E depois olha. Andam sempre com lamechices. É porque isto não resulta e aquilo não desenvolve. Descolem. Não há eternidades infinitas. Não há tempo suficiente para nada. Não há luas todos os dias. Descolem e avancem. Passem à frente. De tudo. De todos. Na fila do supermercado. Sei lá. Desenvolvam o sistema. Abstraiam-se do mundo. Do tempo. O resto é nada. Sobrevivam
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Não há eternidades infinitas.
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