quinta-feira, 10 de março de 2016

Vamos pôr a teoria à prova?

Espero que durante este tempo todo não tenhas ficado a apanhar estrelas cadentes. Elas só aparecem quando querem. Momentos únicos para quem pode. Num certo local. A uma certa hora. Com ou sem companhia. Momentos estrelados pouco comuns. Desejamos o mundo como quem deseja a sorte. Na verdade não desejamos por um sonho perdido, desejamos por uma pedra espacial que viaja a milhões de metros por hora... Estrelas cadentes são meteoritos. Por sorte ou azar os desejos são pedras luminosas que percorrem milhares de kilometros até ao destino. Atrito entre corpos sólidos. Como tu e eu em noites de trovoada. Segundos de magia. Iluminação de duas mentes apagadas na essência de uma delas não precisar de chama. Impactos. Duas bocas sem nada por dizer. Apenas observam o movimento fluorescente do corpo humano. A noite leva almas perdidas e traz outras por achar. Contra exemplos de provas impossíveis de contadizer. E deixamos a noite descansar... Deitados por engano no corpo celeste da mente. Vamos mesmo pôr a teoria à prova?

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