Sabes o que é que eu acho? Que na realidade tenho medo que um dia isto acabe. Que todos os momentos que vivemos desapareçam sem nunca ninguém saber o quanto gostei de ti. Tenho medo que não percebas que provavelmente nunca terás alguém que goste tanto de ti como eu gostei. Tenho medo que todos os esforços que fiz para estar contigo desapareçam sem deixar qualquer rasto. Tenho medo que um dia te lembres de mim pela minha cara e não por todos os sorrisos que pus na tua. Tenho medo que me esqueças. Tenho medo de te esquecer. Tenho medo que as nossas mensagens sejam apagadas por uma gaja que me roubou uma das pessoas que gosto mais neste mundo. Tenho medo de exagerar no drama de te perder mas a verdade é que tenho medo disso a todos os segundos do dia. Tenho medo que um dia a tua cama passe a ser apenas a tua cama e não o sitio das conversas mais sinceras de sempre. Tenho medo de nunca mais me lembrar da tua cara a olhar para mim enquanto fazias as piores serenatas de sempre que mesmo assim eu adorava. Tenho medo de perder todos os arrepios que tenho quando me beijas. Tenho medo de não poder contar tudo à única pessoa que tenho a certeza que nunca contará nada a ninguém. Tenho medo que isto acabe. Há mais de um ano que tenho medo que um dia não me mandes mais mensagens. Que me apareças na rua um dia destes com uma gaja e a apresentes como tua namorada. Vou sentir saudades de tudo o que passámos juntos e ao mesmo tempo sofrer por saber que aquela p*ta tem o meu suposto gajo. Ai que nervos.... eu não me apaixono e quando isso acontece tem logo que ser com o gajo mais complexo do mundo. Eu gosto de ti. Pronto já disse. Talvez seja mais do que gostar... tenho medo que me esqueças. Tenho medo de te esquecer. Um brinde ao luar.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Confissões de uma adolescente.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Dia de Sem Valentim.
Existe uma diferença entre gostar, apaixonares-te e amar. Gostar é muito relativo. Apaixonares-te é enlouqueceres. Amar alguém é teres todas as certezas de uma só vez. Existe diferença. É como ir ao Mc e pedir uma salada, ou ir ao Mc e pedir um hambúrguer, ou ir ao Mc e pedir um hambúrguer com todos os extras possíveis e imaginários e no final ainda pedir um gelado. Gostar é gostar. É sentires um bloqueio mental e mesmo assim continuares a falar como se nada fosse. Apaixonares-te é sentires as borboletas a voarem no teu interior. A quererem sair para serem recordadas. Não por um milhão de admiradores mas por apenas um. Amar é planeares o futuro. "É comprares um bilhete de ida e o de volta rasgares como fazes à vida." É entregares o coração ao teu oposto. Os opostos atraem-se ou nem sempre. Se falarmos de pilhas alcalinas tudo bem, mas se falarmos de pessoas a coisa é capaz de dar faísca. Por isso não te preocupes se ainda não encontraste o teu oposto. Há 7 biliões de pessoas por aí e tu só precisas de uma. 1+1=2. 2 em 7 biliões. "Cada um de nós é dois, e quando duas pessoas se encontram, se aproximam, se ligam, é raro que quatro possam estar de acordo.". Não entres em pânico. O amor não passa do problema mais complexo do Mundo e nós não somos Einsteins para perceber que um mais um são dois. Mas as coisas hão-de fluir e as pilhas hão-de dar faísca. Só ainda não surgiu o dia. Mesmo que a faísca provoque um incêndio e seja preciso água para o apagar, o teu coração vai acabar por explodir. Um dia.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
365 dias e 1/4.
Num ano muda tudo. Ou então não muda nada. "Mudam-se os tempos e mudam-se as vontades." As pessoas não têm noção das mudanças abismais que o Mundo decide fazer no menor espaço de tempo possível. Altera pessoas. Amigos. Relacionamentos. Estações. Fisionomias. Lugares. Corações. Estados. Sentimentos. Mentalidades. Altera o alterável e o inalterável. Por decisão própria ou por decisão alheia. A sociedade "cai" na ideia da mudança por ser necessária. Mas não é. Acontece por mera decisão. Destinada ou não, simplesmente acontece. 1 ano é 1 ano. Tal como 2 são 2 e 3 são 3. Descobrem-se vencedores e derrotados. Fazem-se promessas. Cumprem-se promessas. E quebram-se promessas. Desilude-se gente e ilude-se gente. Contam-se segredos guardados no fundo do baú. Constroem-se sonhos para o futuro e destroem-se sonhos do passado. Ultrapassam-se etapas e ganham-se novos desafios. 1 ano. Exatamente 365 dias e 1/4. 1/4 de ti. 1/4 de mim. 1/4 de saudades. 1/4 de alegrias e 1/4 de tristezas. 12 meses. 366 dias quando fevereiro decide que merece uma segunda oportunidade. Fevereiro quer. Insiste. Volta a insistir outra vez. E outra. E à quarta lá tem fevereiro o que sempre quis: uma segunda oportunidade. Prontinha para ser desperdiçada. Tal como janeiro tem fevereiro, fevereiro tem março, março tem abril, abril tem maio, até chegar a 12 oportunidades desperdiçadas. O 2 sucede o 1. Tal como a noite sucede o dia. E a maré cheia sucede a maré vazia. Será que ao fim de um ano há segundas oportunidades desperdiçadas?!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Deuses, vai um empurrão'zito no nosso destino?!
Tu sabes que essa pessoa sabe. Ele sabe que és dele. E ela sabe que és dela. Simplesmente sabem sem saber. Sabem que são livres mas que nunca serão "largados". Há sempre um alguém que sabe de ti. Embora não queiras. Ou embora queiras. Vais ter sempre um alguém. Por muito que aches que é um "Zé Ninguém", ele vai acabar por te pertencer. E tu vais ser o pertence dele. Por muito que queiras. Ou por muito que não queiras. É assim. Os deuses escolhem e tu aceitas. Ou tens que aceitar. Não tens outro remédio a não ser manifestar-te internamente com murros no coração. "Coração desfeito em mil pedaços.". Por ti. Pelos deuses. E pelo "Zé Ninguém" que provavelmente nem sabes quem é. Ou provavelmente sabes. Indecisões decididas bem lá no fundo com o consentimento de noites de insónia. Olhos abertos e mentes fechadas ao destino. Obviamente precisamos de ajuda. Deuses, vai um empurrão'zito no nosso destino?!
domingo, 31 de janeiro de 2016
Pilotar planetas não cabe na rotina dos viajantes da Terra.
Acredito que tudo acontece por uma razão. As pessoas mudam para que aprendas a deixá-las ir. As coisas acontecem da pior maneira para que as aprecies quando correm bem. Acreditas em mentiras para que eventualmente aprendas a não confiar em ninguém a não seres tu. Tens as tuas piores fases quando desejavas ter as melhores para que percebas que nem tudo na vida são "rosas". Queres um dia de sol e São Pedro decide dar-te um dia de chuva para que te lembres que não és o centro do Mundo. Pilotar planetas não cabe na rotina dos viajantes da Terra que não percebem que a opinião deles sobre o Mundo é uma confissão do seu caráter. Guardem confissões. Por horas. Por dias. Para sempre. Normalmente são casos perdidos. Intocáveis com o passar do tempo. Até ao final. É por isso que somos todos confissões do Universo. Morremos sem motivo. Nascemos sem planos. E no fim continuamos eternos. Eternamente imperdoáveis.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Podemos ou devemos?
Nunca sabemos o que queremos. Não sabemos se podemos nem sabemos se devemos. Sinceramente não sabemos se vivemos ou se morremos na essência de viver sem ser. Acho que o poder de termos nas mãos a nossa vida nos "abrasa". Poder saber que morrer nos pode acontecer deixa-nos estúpidos por viver. Acho que o Mundo gira por girar. Eu sei que posso, agora se devo? Pois... Não devo... Mas posso e quero. A malta quer sempre o que não deve. Típico. Quer o que magoa. O que destrói. O que liga a mente ao coração. Pelo mais simples e pelo mais complexo. Já todos devíamos ter percebido que não temos sorte no amor e dedicarmo-nos de coração ao jogo. Mas não! Fazer o que devemos nunca foi opção. "All-in" é fugir ao assunto e só foge quem teme. Nós simplesmente cometemos loucuras. Em segredo. Nem toda a gente precisa de saber tudo. Se é que há algo para saber. Às vezes o algo é nada. Outras vezes o algo é tudo. Umas vezes recomenda-se. Outras vezes deseja-se. E às vezes há que mostrar por fora o que se sente por dentro. Borboletas mortas.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Porque emergências verdadeiras há poucas na vida.
Eu tenho vontade de dar a volta às coisas. Dar meia volta e ir direto de volta ao assunto. Despejar em palavras os pensamentos que tenho na mente. Cheiro a quem sabe que cheiro. Ponto. O Mundo está perdido. Vírgula. E nós também. Ponto. Talvez a nossa jornada não seja sobre tornarmo-nos alguma coisa. Talvez seja sobre não nos tornarmos nada. E aí sermos aquilo que sempre quisemos ser. As pessoas são como as casas. Precisam de quem as habite. De mobília dentro do ser. De suportes firmes e alicerces seguros. Quero correr sem cair no abismo. Abrir portas sem fechar corações. Perder chaves sem entrar em pânico. Tenho vontade de definir prioridades. Saber ser sem saber o que querer. Ir por aí. Ir por ali. Sem emergências. Porque emergências verdadeiras há poucas na vida. Tu és uma delas.
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