Vai haver sempre alguém a dizer que erraste e outro alguém a dizer que foi a escolha mais acertada da tua vida. Anjo e diabo. E no meio disto tudo ficarás sempre no "talvez": "talvez sim" ou "talvez não". E "talvez" usa-se para indicar possibilidade, dúvida ou incerteza, um "porventura, "possivelmente" ou um "quiçá". É difícil. Decisões de momento e dúvidas permanentes. Colaborem suas alminhas humanas! É suposto ajudarem em vez de tornarem isto ainda mais difícil! Elefantes azuis. O problema contém a solução. Pensem em todas as possibilidades. No anjo vestido de vermelho e o diabo de branco. Peçam menos desculpas e sintam menos culpa. Ousem mais. Sintam mais e tudo mais. E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha. Marquem o vosso lugar. Tomem a vossa decisão sem terem vozes nos ouvidos. Queiram tudo. Olhem para trás e sintam-se completos. Loucurem-se das vossas loucuras. Poesiem-se de vocês. Sejam mais que uma cara bonita. Usem a VOSSA mente. Usem o VOSSO coração. Sejam relembrados.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Loucurem-se das vossas loucuras. Poesiem-se de vocês.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Idade dos porquês.
Será que é possível estar maldisposta com a vida? Ter dores de barriga de sentimentos e vomitar momentos na essência de os esquecer? Será que é possível ficar de cama pela pessoa mais estúpida do Mundo e ir ao médico devido a feridas de palavras? Eu sei que é esquisito mas sempre pensei que poderia entrar em coma por palavras que nunca foram ditas. Já pensaram num acidente provocado por um comboio de recordações que nunca mais vão acontecer? E será que é possível uma overdose de alegrias momentâneas? Desmaiar pela pessoa que não te quer? Já pensaste que se tu amaste assim tanto a pessoa errada, o quanto podes amar a pessoa certa? E será que as operações às noites de choro alguma vez funcionarão? Eu não sei mas isto da idade dos porquês altera-me. E a verdade é que vou sempre ficar sem saber a melhor maneira de te perguntar isto mas... "Será que alguma vez morrerei de amores por ti?"
domingo, 16 de agosto de 2015
Vai por ti, não vás por mim.
Seres tu é seres tu. Sozinho. Contra o Mundo. Sem modificações. Sem pressões. Sem autorizações desautorizadas por quem nunca te manipulou. Só tu. Ires por ti. Sem decisões tomadas por outros. Alcançar o inalcançável só pelo simples facto de seres tu. "És" menos mas "tens" mais. Ser reconhecido sem andar com muitos. Andar é arrastar. Passo de caracol. Pachorrice. Sonolência. Parar no tempo e arrastar quem nunca te carregou. E isto da vida não é para ser pensada. Apenas vivida. Nunca sonhada. Imaginação é aquele parafuso que ficou mal apertado. Já pensaram se fizessem tudo aquilo que vos passa pela cabeça? Só por vocês. Sem nada de modas. Só o extremamente improvável. Só tu e o Mundo. Sem imitações de meia-tigela. Uma personalidade de tamanho único. Sem formatações. Uma cena só tua. Nada de sociedades de imitação. Vai por ti, não vás por mim. Agora escolhe: Vais por ti ou vais por modas?
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Mas olha... Tarde demais, já fiz a maratona por ti.
Eu juro que me passo com certas cenas. E tu és uma delas. Dou mais eu de mim do que aquilo que tu dás de ti. Aceito-te mais vezes do que as vezes que alguma vez me aceitaste. E sofro mais noites por ti do que aquelas que alguma vez sofreste por mim. Eu não sei mas cá para mim isto vai haver karma. E quando tu quiseres mais do que alguma vez eu quis, vais perceber que o "querer" desaparece ao longo do tempo. Essas noites de sofrimento vão passar a ser tuas e vais dar mil vezes mais de ti. Mas este "correr atrás" cansa. Vais perceber isso. Já corri muitos quilómetros por ti. Talvez mais do que aquilo que alguma vez vais correr por mim. E mesmo assim ninguém ganha. Eu que fico sem ti, e tu que ficas sem mim. Mas é assim. Tu és agora e eu sou depois. E nunca um de nós vai querer tanto como o outro. Nunca um de nós vai sofrer tanto como o outro. Ao mesmo tempo. E eu juro que um de nós se vai passar. Alguma vez, nalgum lado. Um de nós vai perder a cabeça, como tantas vezes a perdemos juntos. Mas olha... Tarde demais, já fiz a maratona por ti.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
E ainda dizem que esta é a melhor idade da nossa vida.
Sentamo-nos constantemente, de humor escondido debaixo das olheiras, em frente à pessoa que nos podia fazer pessoas. Que nos podia ensinar a ser lembrados. Mas nada. Só letras. Números. Livros de páginas escritas por bebâdos que se suicidaram na essência de não serem românticos. Namoricos. E nós é que somos burros! E até pode ser uma relação de amor-ódio mas o "vermelho" estará sempre lá. E depois somos arrastados com notícias de desemprego. De um país na falência. De líderes que se esbofeteiam por palavras e de dinheiros mal gastos em meios aquáticos enquanto os "senhores importantes" precisam é de dar às pernas e perder os quilinhos que ainda habitam desde o Natal. E no meio disto tudo continuamos a ser os burros. Que não escolhem partidos mas que na realidade são os mais partidários. E isto somos nós. Mandados por senhores pouco senhores que se acham senhores de grande sabedoria. E ainda dizem que esta é a melhor idade da nossa vida. Então não quero chegar aos vinte! Alguém que me tire daqui. A emigração'zita, por exemplo. Ou os milhões de ladrões de povos que vivem de máscaras chamadas "bancos" . Que me roubem a mim, seus sacanas. Ora viva a idade dos impostos! Propinas já nem se fala que essas voam a uma velocidade demasiado rápida dos bolsos dos papás para serem vistas em plena luz do dia. 3,0×10^8m/s. Velocidade da luz. Decoranços de intervalo. Ora, bis! Um brinde à melhor suposta idade de sempre!
segunda-feira, 13 de julho de 2015
E se algum dia fores de vez, vou ter saudades.
Tenho vontade de te ligar e dizer "Tu perdeste a pessoa que mais se importava contigo!". E é isto. Todos os dias. A toda a hora. Sufoco por saber que podes não voltar. E se algum dia fores de vez, vou ter saudades. Mas ficar neste meio termo não dá. Não encaixa comigo. Ou vais ou ficas. Há cenas que ficam e cenas que vão. É o destino. Não se pode fazer por ir nem fazer por ficar. Acontece. E todos acabam por bazar. Mesmo os que acreditam que vão ficar até ao fim, vão bazar. É assim. O "Para sempre" é muito tempo. E nesse "para sempre" há milhares de idas e milhares de vindas. E é normal aquele "Ficar à nora". Sentir tudo o que não se deve sentir. E apesar de tudo começo a pensar que podem existir finais felizes. Não são é para todos. Podem ser para nós, quem sabe?! Podemos estar destinados a ficar juntos ou destinados a não ficar. É a vida. Temos tudo traçado desde o início. Passos em falso e decisões mal tomadas. Acreditando ou não no destino, as coisas acontecem por uma razão. Não há cá mudanças. Agora, ou vais ou ficas. E isto não é desistir. É não insistir mais.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
As grandes asneiras da vida.
Todos os dias somos afetados por sentidos, por pensamentos e por sentimentos que nem ao Menino Jesus foram explicados. Somos cobaias de tudo. Dos sentidos. Todos os dias. Quando simplesmente abrimos um rebuçado. Aquele barulho do papel. Ouvidos. Dos pensamentos. Quando achamos que simplesmente devíamos desaparecer por uns tempos. Ou até mesmo dos sentimentos. E o amor chega para explicar que somos cobaias de meia-tigela, de meia-noite. Mas pior que tudo isto só mesmo a sensação de te sentires desapontado contigo próprio. E de certeza que se deve a uma das três grandes calamidades: sentidos, pensamentos, sentimentos. São sempre elas. As três "animações" da vida. Para o bem e para o mal. São elas que nos falam na cabeça. São aquelas vozes de decisões. De tentações. De fazer e não fazer. São as grandes asneiras da vida. As grandes. São as três calamidades que nos estragam a noite. Que nos destroem o dia. Sentidos. Pensamentos. Sentimentos. Todas sem coletes à prova de bala. Imunes a chuvas torrenciais de quem volta atrás. E depois lá vem ele. O sentimento de derrota. De desapontamento contigo próprio. É sempre o mesmo. Perder o sentido da vida. Sentir o incompreensível. Pensar em tudo e em nada. E as culpadas estão à vista. As três calamidades do momento. E três por serem perfeitas em destruir. Sentidos. Pensamentos. Sentimentos. As grandes asneiras da vida. Agora pensem.
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